Bem vindo!
Este é meu blog pessoal. Ele será atualizado sempre que eu tiver algo novo para postar dentro das minhas áreas de interesse pessoal.
Paraguai - Ponte Internacional da Amizade
Semana passada fiz uma viagem com minha noiva, sogra e cunhado para o Paraguai via Foz do Iguaçu, a viagem de Maringá até Foz do Iguaçu é bem tranquila, em cinco horas chegamos ao destino ( o google maps acertou!, ele estimou 5:30 de viagem ). Na estrada o que estragou foram os pedágios, 5 pedágios com custo médio de R$ 7,00, um verdadeiro roubo porque as estradas não são duplicadas, somente pouquíssimos trechos têm pista dupla, quer dizer, ultrapassar é um suplício (não vamos culpar os caminhoneiros), pagar para utilizar um serviço péssimo é ultrajante.
Logo que chegamos em Foz foi fácil encontrar a Ponte, tem placas para todos os lados, seguimos rumo a Ciudad del Este para conhecer, e claro comprar algumas coisas. Logo que chegamos a fila para atravessar chegaram os “guias turísticos”, não tem como disfarçar com toda família no carro :). Aí um rapaz começou a nos acompanhar, logo percebeu-se o clima entre os supostos guias, ali cada um manda em uma parte, um grupo cuida de quem quer atravessar e o outro de quem precisa estacionar do lado brasileiro. Atravessamos a ponte sem maiores problemas, nem com a receita, foi muito fácil atravessar para o lado paraguaio, chegando na ponte começou o caos, começei a me sentir naquelas estradas da China que passa na televisão.
O lado paraguaio é simplesmente um lixão humano, horrível, as pessoas e carros circulando nas ruas, sujeira para todo lado, sinceramente lastimável, diversas crianças trabalhando como guias e ganhando o pão de cada dia, eu diria até sobrevivendo. Na cidade estacionamos no estacionamento que o rapaz nos mostrou, custo?, R$ 30,00 que são abatidos se comprar na loja que ele conhece, fomos nela e compramos alguns eletrônicos que queriamos, e o custo foi reduzido do aparelho.
Logo que começamos a andar nas lojas é possível ver os seguranças armados com escopetas calibre 12, logo pensei, deve ser bem seguro por aqui, clima sombrio
Mas continuamos, atravessamos com o carro para trocar os pneus, realmente lá o custo foi metade do que pagariamos no Brasil. Entramos em algumas lojas estilo “1,99″ e outras bem arrumadas como a Monalisa que contém diversos perfumes, óculos de griffe.
Toda a estadia no país vizinho foi relativamente tranquila, diversos vendedores querendo vender muambas na rua, povo que gosta de conversar e principalmente fazer negócios, se você tiver dinheiro na mão consegue ótimos descontos, câmeras digitais top de linha por R$ 600,00, notebook Core 2 Duo de 2 GB por R$ 1500,00 (Sony Vaio), entre outras coisas super baratas. O grande problema foi a saída do país, pois você é obrigado a enfrentar fila e diversos marginais vêm limpar o vidro e pedir dinheiro, se você não pagar eles ficam ameaçando quebrar o vidro, foi tenso deixar a cidade por este motivo, entramos e saímos com os vidros fechados.
Para passar na alfândega foi a maior tranquilidade, nós não fomos parados, não precisamos dar conta de nada que compramos, repeitamos as cotas, mas mesmo assim foi realmente muito fácil passar. Eu achei o país muito pobre em todos os aspectos, o pessoal que nos atendeu foram legais, mas a verdade é que politicamente o país ainda precisa crescer muito. A viagem foi maravilhosa, mas não voltaria com a família para lá, pois achei pouco seguro do lado de lá da fronteira.
Gerenciando e motivando desenvolvedores
Um novo artigo sobre o tema gerenciamento e motivação de desenvolvedores foi publicado no site CIO.com, nesse text a autora Esther Schindler apresenta uma pesquisa feita com vários desenvolvores de lista de discussões, fórums e outros canais na internet. Não é uma pesquisa com embasamento científico, mas contém algumas respostas interessantes sobre o que os próprios desenvolvedores esperam de seus gestores.
Embora o texto não tenha teor científico e nem uma análise profunda sobre os dados coletados a leitura é válida, pois quem já teve oportunidade de coordenar ou gerenciar equipes de desenvolvimento encontrará muitas características inerentes aos desenvolvedores.
As respostas dos desenvolvedores trazem algumas dicas sobre como trabalhar com eles:
- Confie nos desenvolvedores, deixe que eles façam seu trabalho
- Se quiser que seus desenvolvedores sejam criativos, dê tempo e espaço para que eles pensem e criem.
- Desenvolvedores, no geral, são altamente competentes individualmente.
- Não diga aos desenvolvedores como fazer ( é uma crítica as metodologias que visam transformar o desenvolvimento em um modelo de “fábrica” )
- Nada acaba tão rápído com o espírito de um desenvolvedor quanto receber uma tarefa em conjunto com instruções de como completá-la ( também referente ao ítem acima )
- Não peça aos desenvolvedores para fazerem tarefas que não sejam de desenvolvimento. ( ler item abaixo )
- Desenvolvedores vêem seus gerentes como “protetores” dos serviços burocráticos da organização, como reuniões, papeladas e etc.
- Gestores não devem ficar perguntando todos os dias sobre suas atividades e nem relembrando os desenvolvedores dos seus prazos.
- Gestores devem saber ouvir, responder e elogiar os seus desenvolvedores.
- Seja direto ao falar com os desenvolvedores, muitos deles não entenderão indiretas.
- Enfim, quando as pessoas, aprenda a dar feedback.
Esses são alguns dos ítens comentados ao longo do texto, claro que fui muito direto e conciso aqui, vale a pena a leitura do texto para ver as idéias a autora e a sua explicação/explanação sobre esses ítens. Um assunto que não coloquei na lista mas que deixou um ar de espanto foi o do dinheiro, muitos desenvolvedores comentaram simplesmente que o dinheiro é o que os motiva, reclamando dos seus salários. Claro que o dinheiro é um fator crucial para muitos, principalmente para quem possui família, contudo, ser colocado como fator principal é assustador, pois desenvolver sempre foi uma atividade feita por pessoas que gostam do que fazem, sendo o dinheiro a consequência, e não o fator motivacional.
É difícil para muitos gerentes de projeto mensurar o tempo e a qualidade do trabalho feito por desenvolvedores, e a forma como se dará esse laço de envolvimento entre o gerente e seus desenvolvedores é muito importante para diminuir erros e imprevistos no projeto.
IMHO, o desenvolvedor tem que ser muito versátil e saber trabalhar com dois tipos de atividades, a primeira é uma atividade de desenvolvimento menos intelectual, mas ainda importante, e a outra atividade é o desenvolvimento, envolvendo criação. O gerente deve saber identificar essas atividades, a primeira é mais comum e repetitiva, é fácil prever e acertar um prazo enquanto a segunda é mais desafiadora e mais complexa a definição de prazo. Para exemplificar, a atividade menos intelectual seria a criação de formulários, inserção/alteração e remoção de registros enquanto a segunda seria a criação de um software ou recurso ainda não existente no mercado ou que esteja fora do know how da equipe, como por exemplo um softphone para televisão HDTV.
O comentário feito a cima não parece pertinente ao texto, mas ao lê-lo é perceptível que as opiniões apresentadas no texto são de desenvolvedores que estão acostumados a trabalhar com inovação e com projetos não triviais e desafiadores, mas que com certeza devem também trabalhar com atividades menos intelectuais, mas necessárias para a organização e/ou projeto. Acredito que o gerente deve identificar o perfil dos seus colaboradores e saber mesclar as atividades para deixar o desenvolvedor motivado obter os resultados para organização.
No âmbito do PMI o gerente deve conhecer bem a área de Recursos Humanos e Comunicações, não sou um especialista mas segundo meus estudos e leituras as boas práticas do PMBOK auxiliam na identificação e na forma de trabalho com os colaboradores de um projeto.
Simplicidade
Estou em Maringá na casa da minha sogra aproveitando as férias(yeah!), enquanto aproveitava a oportunidade para colocar minha leitura dos RSS em dia me deparei com um pequeno artigo que fala sobre “simplicidade”. O “textículo” ou pequeno texto (como preferir) foi escrito por Joel Spolsky (desenvolvedor de software).
Na minha opinião o texto é uma crítica e ao mesmo tempo um aviso sobre o mal uso do termo simplicidade, muitas vezes generalizado em várias áreas como desenvolvimento de software ou produtos (comentado pelo Luiz de Paiva).
A leitura do artigo com a mente aberta, isto é, captando a essência das idéias, permite abrir novas discussões e pensamentos interessantes acerca de como nós vemos, entendemos e aplicamos a simplicidade.
Na minha opinião a simplicidade é sempre a melhor alternativa desde que não deixemos de fazer o melhor, não acredito que esse conceito seja fácil de entender e aplicar, mas é algo que muitas pessoas devem se acostumar a lidar.
Uma parte muito interessante do texto diz o seguinte: “Uma grande parte dos desenvolvedores de software são seduzidos pela velha regra do ‘80/20′” (fazem 20% das funcionalidades pois 80% das pessoas usam apenas 20%) “[...]Infelizmente, as pessoas nunca usam o mesmo conjunto de 20% das funcionalidades“.
Especificamente na parte de projetos de software é muito comum ouvirmos dizer “o simples é o melhor”, contudo este texto nos alerta sobre essa armadilha e nos traz algumas dúvidas, simples é o produto fácil de usar ou o que tem menos funcionalidades? A quantidade de funcionalidades e simplicidade de uso são relativas entre si (+ funcionalidades = + complexidade)?
Para os que têm interesse no assunto vale a pena a leitura. Encontrei o artigo no blog stakeholder mantido por Luiz de Paiva, e o artigo pode ser lido aqui.
Alexandre o Grande - A arte da estratégia
Semana passa terminei de ler este livro, gosto de livros que falam de estratégia, em especial os que têm conteúdo com a vida real ou com história. O que me chamou atenção neste livro foi a possibilidade de ter uma visão estratégica segundo outro grande líder, que obteve muitas conquistas.
Logo no ínicio do livro o autor deixa claro que é fã de Alexandre o Grande e que passou vários anos estudando sobre sua vida para escrever o livro, apresentações realizadas continuei a leitura. O livro não supriu todas as minhas expectativas, mas doses de história sempre muito carregadas com a visão de grande estrategista de Alexandre segundo o autor do livro me renderam uma leitura agradável, na qual as vezes imagina as falanges de Alexandre se posicionando e seus cavalos e Companheiros ( leia o livro para entender
preparando-se para os ataques.
Claro, a parte estatégica também foi muito enriquecedora, embora o autor tenha tentado fazer um paralelo das ações de Alexandre com outros grandes ícones da história, como Napoleão. Não achei muito interessante esses paralelos, pois alguns ficaram confusos porque cortavam as histórias.
No final de cada capítulo o autor resumia as características centrais de estrategista que Alexandre possuia, estou folheando o livro e vou listar as que mais me chamaram atenção:
- Aplicar estratégia e não somente tática ( Michaelis: Arte de empregar as tropas no campo de batalha com ordem )
- Saber escolher o “Onde” travar a batalha/competir
- Saber decidir “Quando” entrar na batalha/competir
- Saber decidir “Como” entrar na batalha/competir
- Manter os homens “Motivados”
- Criar uma mística de “Invencibilidade” ( os Macedônios fizeram isso )
- “Inovar” Alexandre fez isso ao usar a cavalaria como força de ataque
- Alexandre apresentou sete estilos de liderança durante sua vida. O líder: que confia; que inspira; que se comunica; agressivo; humanista; saqueador
- Simplifique
- Planeja com muita antecedência
- Estabeleça unidades menores
- Tenha um plano claro de sucessão
Claro, algumas característas foram reescritas da forma que eu achei melhor e interpretei, todas elas fazem sentido até hoje, e se notar eu listei 6 estilos de liderança, ao ler o livro você entende o porquê. É isso ![]()
Empreendedorismo
Mais uma semana passou e uma nova começa
Nesta quarta-feira assisti diversas palestras de empreendedores que foram levados por colegas na Faculdade, e realmente foram muito legais, é tão interessante ouvir as visões e história das pessoas.
Empreender pode ser definido como a capacidade de alguém transformar sonhos em realidade de maneira sustentável, isto é, pensando nos âmbitos social, cultural, espacial, ambiental e econômico. Outra detalhe que muitas pessoas têm como conceito que empreendedor é apenas aquela pessoa que abre uma empresa e ganha dinheiro, pois bem, isto não é totalmente verdade, qualquer um pode ser empreendedor em qualquer área, hoje há o conceito de intra-empreendedorismo que é a aplicação do empreendedorismo na empresa como um colaborador ( funcionário ).
Voltando às palestras eu fiz uma coletânia das lições que aprendi e que é possível compartilhar por meio de texto.
- Tenha objetivo e metas, persiga-os
- Lute para conquistar seus objetivos
- Vale a pena lutar pelos seus sonhos enquanto acreditar você neles
- Seja resiliente (Analogia: O resiliente conquista o sucesso, perde o sucesso conquistado e consegue se levantar novamente)
- Seja persistente
- Seja honesto e ético no que faz
- Não tenha medo de errar nunca!
- Desenvolva a capacidade de se automotivar
- Planeje
- Sonhe e acredite no seu sonho
- Não misture sua vida pessoal com seu negócio
- Seja feliz por você e não pelo outros, muitas pessoas nã entende quando vêem uma pessoa feliz por um motivo qualquer, isto talvez seja fruto da sua incapacidade de compreender que a felicidade está no que nós acreditamos que seja felicidade para nós, o mesmo vale para o sucesso.
- Dê valor a sua família e pessoas queridas, o tempo deixado para trás não pode ser recuperado
- Erre bastante! A cada erro aprendemos coisas novas
- Erre bastante! Mas não desista de continuar vivendo e lutanto atrás dos sonhos
- Se não conseguir realizar seus sonhos em uma empresa, busque outra, sempre há lugares para empreendedores.
Essas foram minha idéias que gostaria de compartilhar, com certeza isso é apenas um pouco do que aprendi e embora as frases parecem “prontas”, mas muitas delas não foram ditas pelos palestrantes, e sim foram interpretadas por mim enquanto contavam suas histórias de vida e falavam sobre o que passaram, como conseguiram chegar até onde estão e quando fracassaram.
“Sucesso é o estado de espírito resultante da consciência que você deu o máximo de si para ser o melhor que você é capaz de ser”
John R. Wooden, treinador da NBA
Dia dos Namorados
Hoje o post é bem pessoal, “dêeerrr”, mas é um blog pessoal ;). Eu já sou noivo, achei que estava livre dessas coisas de dias dos namorados :-P, mas nessa semana ganhei um presente, um livro que estava com vontade de ler e ter guardado na minha lista de livros, já estava na minha wishlist do submarino.
O livro esta na imagem ao lado, são os treze capítulos originais da Arte da Guerra escrito SunTzu, logo que ler ele estarei postando os meus comentários.
Claro que eu já tinha planejado algo para nós fazermos, mas não tinha contado a ela, na sexta-feira fomos jantar no restaurante mexicano, próximo a Shopping Estação aqui de Curitiba. É um ótimo lugar para ir com a namorada, tem ótimo atendimento, comida de qualidade e uma decoração temática excelente.
Quem não tem alguém para curtir esses momentos perde muita coisa boa na vida, ter alguém que aceite seu jeito e goste de você é muito legal. Se um dia tiver oportunidade de aproveitar esses pequenos momentos com alguém, faça, é muito bom ![]()
Goosh
Goosh é uma interface shell de busca no google (padrão unix-like). Se você não consegue ficar longe de um terminal Linux/Unix essa é uma alternativa. A versão atual permite buscar em quase todos os tipos de busca do google: web, imagens, blog entre outros. O trabalho feito pelo Stefan Grothkopp ficou excelente.
Para iniciar defina seu idioma use o comando:
guest@goosh.org:/web: lang language is: portuguese (pt-pt)
Depois é só buscar:
guest@goosh.org:/web: web Linux 1) The Linux Home Page at Linux Online Comprehensive information and resources about the Linux Operating System. http://www.linux.org/ 2) Linux.com :: Feature A Means to World Liberation! Our goal is to provide all the information necessary to make your use of Linux a success. http://www.linux.com/ 3) Ubuntu Linux Ubuntu is a free, Debian derived Linux-based operating system, available with both community and professional support, that adds regular releases (every 6 ... http://www.ubuntu.com/ 4) Linux - Wikipedia, the free encyclopedia This article is about operating systems that use the Linux kernel. For a list of such operating systems, see Linux distributions. For other uses, see Linux ... http://en.wikipedia.org/wiki/Linux
Enjoy
The 3 R’s
It’s a magic number… essa é a lição passada no vídeo abaixo. Reduzir, Reutilizar e Reciclar, quem sabe as próximas gerações terão essas lições incorporadas nas suas ações do cotidiano.
O Ócio Criativo
Certa vez ouvi comentarem desse livro sobre sua visão entre o ócio e a criatividade e que no futuro isso será a próxima tendência, agora tive a vontade de lê-lo. Bom no primeiro instante pensei, vamos ficar numa rede todos os dias deitados cultivando a ociosidade para termos idéias, mas logo no início do livro notei que o meu conceito de ócio é diferente do seu real significado.
O livro trata das mudanças da sociedade atual para uma nova fase, que ele chama de pós-industrial, na qual, devido à automatização dos trabalhos repetitivos as pessoas começarão a ter mais tempo livre e terão que começar a cultivar o Ócio Criativo, sendo muito mais valorizado os trabalhos intelectuais.
Um modelo de perguntas e respostas foi seguido no livro, o que deixou a leitura mais amigável e interessante, permitindo que até pessoas como eu, sem costume de ler esse tipo de livro, tire suas conclusões sem muito esforço. O livro segue uma linha cronológica no início para explicar as fases vividas pelos humanidade, enquanto as idéias do autor são inseridas, deixando suas análise e opiniões.
Domenico basicamente fala sobre o novo modelo de trabalho, como ele será no futuro, além de destilar várias críticas ao sistema atual, a adoração ao trabalho (workaholic), tarefas repetitivas. O trabalho remoto ganha muitas páginas no livro, sendo que o ponto de vista apresentado é de que estamos realmente migrando para esse novo modelo de trabalho e que muitas áreas serão afetadas. A jornada de trabalho também deve diminuir, entre outras opiniões diversas que o autor expõe em conjunto com as explicações.
Abaixo repliquei o modelo que explica um parte da defesa do Domenico:

É claro que não pretendo explicar o gráfico completo, mas apenas gostaria de passar o trecho que explica a área 7: “quando nós trabalhamos, aprendemos e nos divertimos, tudo ao mesmo tempo.(…) é o que eu chamo de ócio criativo”
Se estiver com vontade de ler algo, abrir a mente para novas idéias, recomendo a leitura.
Você está louco?
Ano passado o professor, Valmor ( Introd. a Administração), recomendou a leitura de um livro. Como sua aula é muito irreverente, didática e procurava a troca de experiência eu fiquei intrigado para lê-lo, contudo acabei deixando a idéia para o futuro.
Nesse ano tive a oportunidade de encontrar um colega de turma com uma edição do mesmo, e não perdi tempo, peguei emprestado :o). O livro traz a história do empresário Ricardo Semler, que conta sua tragetória desde sua adolescência até o sucesso da(s) sua(s) empresa(s), a princípio eu pensaria “tá!, mais um daqueles livros fórmula que mostram como se tornar rico tendo uma empresa”, mas felizmente ele tem uma abordagem totalmente diferente e conta como ele resolveu “inovar” na forma de administrar as suas empresas.
Não ficarei aqui fazendo marketing do livro e nem contando a história que se passa nele. A leitura é muito interessante e rende algumas risadas, e dependendo dos óculos que você estiver usando no momento da leitura ele pode parecer a salvação do capitalismo ou então o início do comunisto, ou quem sabe o ínico da democracia expandida para nosso cotidiano.
Não lembro em nenhum momento o autor deixar claro qual o tipo de gestão ele adotou na empresa, entretanto realmente é um modelo que com certeza foge dos padrões de livros de administração.
As idéias e sentimentos do Ricardo Semler podem ser chamadas de utópicas, mas ele provou que é possível concretizá-las. IMHO, espero que mais empresários saibam adotar uma administração democrática onde as pessoas que trabalham na empresa deixem de ser números, recursos, funcionários, empregados ou qualquer outro jargão usado e passem a ser tratadas como pessoas.
Precisamos realmente voltar a acreditar no ser humano…

